Quando ouvir rock pode te ensinar algo sobre marketing

São tantas as coisas que fazemos e nem nos damos conta a quantidades de mensagens que são enviadas a nós o tempo todo. Pare para ouvir um clássico rock, como por exemplo, Pink Floyd e, reflita isso na sua carreira, na sua área de trabalho…parece uma viagem no início, mas logo notará um monte de coincidências e dicas que fazem todo sentido. A verdade é que muitas coisas podem nos ensinar marketing!

Já que estamos falando de rock, aposto que você já viu o clipe Another Brick on the Wall, da banda Pink Floyd. Não? Confere que vale a pena e depois continuamos essa conversa… 😉

Não sei você, mas gosto de ver filmes, clipes e ouvir músicas diversas vezes, repetidamente. E cada vez que assisto ao clipe Another Brick on the Wall,  tenho uma nova visão sobre uma diferente área de vida. Da última vez que o vi, percebi o quanto esse vídeo pode ajudar a refletir sobre as formas que enfrentamos os desafios do dia-a-dia.

Pensei principalmente em como tudo pode impactar até mesmo na solução dos problemas da área em que atuamos, neste caso, a área de Marketing.

Sem rodeios, é representado de forma clara no vídeo o quanto nossa cultura foi marcada por uma educação de imposição, que, em algumas esferas, desenvolveu uma sociedade sem distinção individual. Quando nos damos conta, estamos todos caminhando um atrás do outro, sem ao menos saber o porquê. Quando percebemos que estamos perdidos, não temos ideia de por onde recomeçar e a busca por caminhos alternativos é dura e cruel.

A verdade é que fazendo exatamente como os demais não chegaremos no mesmo lugar que eles ou onde desejamos. Também é fato que não existe qualquer fórmula mágica ou solução simples e rápida para chegar onde se almeja.

Mesmo consciente de tudo isso, milhares de gestores comportam-se como na cena do clipe do Pink Floyd, onde todos apresentam os mesmos rostos e fazem exatamente as mesas coisas. Ou seja, as empresas executam as mesmas estratégias que outras, apenas porque alguém disse que assim seria “o certo”.

Você, gestor de Marketing, precisa de muita cautela para conseguir filtrar o que verdadeiramente irá ajudá-lo. E, acima de tudo, lembre-se: nenhuma ferramenta sozinha irá salvar a sua empresa.

Só há uma coisa que poderá fazer isso: você parar e pensar muito.

Pensar no quê? Nesse sentido, elenquei três análises importantes que jamais podem ser deixadas de lado. Confira:

Pense no objetivo

Pense em conjunto

Pense como a outra pessoa

Este texto foi publicado originalmente no Ideia de Marketing. Clique aqui para continuar lendo.

 

O que você vai fazer se os robôs dominarem o mundo?

A cada dia, mais máquinas e robôs são construídos para dar velocidade e automatizar atividades que fazem parte da rotina de trabalho de todos nós. Alguns profissionais já se preocupam com a extinção de suas atividades e outros já começaram a pensar em como transformar essa nova realidade em alguma coisa boa pra suas carreiras.

Mesmo sabendo que o avanço tecnológico visa automatizar processos e dar velocidade ao mercado, sabemos que nesse contexto há ainda um grande problema para a humanidade: o tempo.

Tudo o que é criado para acelerar nosso dia-a-dia, pode nos libertar das barreiras de espaço e tempo, ou simplesmente nos fazer refém delas.

Quem explica muito bem esse fato, é o escritor e radialista Marcos Piangers. Em sua apresentação no TEDxUdesc, em 2015, ele falou sobre a influência da tecnologia na vida das pessoas e a relação disso com o tempo e a inovação.

Confira abaixo o vídeo

 

É muito interessante essa visão apresentada. A tecnologia obviamente vem para ser algo bom e naturalmente nós deveríamos adorar qualquer tipo de máquina ou robô criado para facilitar ou entreter nossa vida. Ao mesmo tempo, há o receio universal da possibilidade de dominação dos robôs, que estão cada vez mais inteligentes.

Ou seja, não há coisa melhor para nós, humanos, do que sermos dominados pela tecnologia. “Quanto mais inteligente a máquina for, maior é a chance de ela resolver os problemas que temos”, reforça o escritor.

E o que nós vamos fazer com o tempo de sobra?

Nos últimos anos, com tantas profissões desaparecendo, restou ao ser humano partir para o desafio intelectual e começar a criar cada vez mais e mais. Com essa nova realidade sendo construída, inúmeros profissionais já perceberam o grau de importância que a criatividade ganhou nos últimos tempos. Por isso, a procura por cursos com foco no desenvolvimento da criatividade tem crescido constantemente, em diferentes áreas de atuação.

No cenário atual, é preciso aceitar as mudanças, mas também saber como entendê-las e acompanhá-las para não ficar para trás. Como o próprio Piangers diz: “Meu receio não é que as máquinas dominem os homens, mas sim que os homens se tornem máquinas”.

“Criatividade é o que nos faz humanos”. Piangers

Confira o conteúdo original publicado em Ideia de Marketing