O que você vai fazer se os robôs dominarem o mundo?

A cada dia, mais máquinas e robôs são construídos para dar velocidade e automatizar atividades que fazem parte da rotina de trabalho de todos nós. Alguns profissionais já se preocupam com a extinção de suas atividades e outros já começaram a pensar em como transformar essa nova realidade em alguma coisa boa pra suas carreiras.

Mesmo sabendo que o avanço tecnológico visa automatizar processos e dar velocidade ao mercado, sabemos que nesse contexto há ainda um grande problema para a humanidade: o tempo.

Tudo o que é criado para acelerar nosso dia-a-dia, pode nos libertar das barreiras de espaço e tempo, ou simplesmente nos fazer refém delas.

Quem explica muito bem esse fato, é o escritor e radialista Marcos Piangers. Em sua apresentação no TEDxUdesc, em 2015, ele falou sobre a influência da tecnologia na vida das pessoas e a relação disso com o tempo e a inovação.

Confira abaixo o vídeo

 

É muito interessante essa visão apresentada. A tecnologia obviamente vem para ser algo bom e naturalmente nós deveríamos adorar qualquer tipo de máquina ou robô criado para facilitar ou entreter nossa vida. Ao mesmo tempo, há o receio universal da possibilidade de dominação dos robôs, que estão cada vez mais inteligentes.

Ou seja, não há coisa melhor para nós, humanos, do que sermos dominados pela tecnologia. “Quanto mais inteligente a máquina for, maior é a chance de ela resolver os problemas que temos”, reforça o escritor.

E o que nós vamos fazer com o tempo de sobra?

Nos últimos anos, com tantas profissões desaparecendo, restou ao ser humano partir para o desafio intelectual e começar a criar cada vez mais e mais. Com essa nova realidade sendo construída, inúmeros profissionais já perceberam o grau de importância que a criatividade ganhou nos últimos tempos. Por isso, a procura por cursos com foco no desenvolvimento da criatividade tem crescido constantemente, em diferentes áreas de atuação.

No cenário atual, é preciso aceitar as mudanças, mas também saber como entendê-las e acompanhá-las para não ficar para trás. Como o próprio Piangers diz: “Meu receio não é que as máquinas dominem os homens, mas sim que os homens se tornem máquinas”.

“Criatividade é o que nos faz humanos”. Piangers

Confira o conteúdo original publicado em Ideia de Marketing

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